quinta-feira, 19 de abril de 2012


Prefeitura Nilópolis continua a enrolar no caso dos


70 cães. E agora como vai ficar?




RJ - RENATA BRITTO

Ontem a noite teve a reuniao com o Secretário do Meio Ambiente da Prefeitura de Nilópolis e estou 
aqui dando noticias a todos voces que Estao acompanhando minha luta em prol do peludinhos carentes. Foram quase tres horas de reuniao, voces devem imaginar que os nervos estavam a flor da pele, meus e dos politicos, dificil manter a calma, mas algumas propostas foram colocadas em pauta e agora é so aguardar e ver se a prefeitura finalmente irá cumprir seu papel fazendo um abrigo DECENTE para os animais de Nilópolis num lugar DECENTE, por toda a vida.A prefeitura quer nos ludibriar com um contrato de aluguel de um terreno por cinco anos apenas, e pra piorar esse terreno que a prefeitura esta oferecendo pertence ao senhor Galego, ex-presidente da Camara de Vereadores. como posso aceitar que eles tirem 


Recordem o caso...



Terreno que abriga cães em Nilópolis vai virar museu e gera 


polêmica.

Voluntários lutam para manter canil com 70 animais.
Novo local oferecido pela prefeitura não agrada a grupo.


Um grupo de voluntários de Nilópolis, na Baixada Fluminense, luta para manter um canil onde vivem 70 cães. No local, que era um terreno abandonado, a prefeitura quer construir um museu. Mas os responsáveis pelo abrigo não estão contentes com o canil que foi oferecido.
Dona Neuza cuida de cães que estavam nas ruas há 15 anos. “Vários e vários cheios de bicheira, rabo quebrado, perna quebrada, atropelado. A gente não vai abandonar, jamais”, disse ela.
Atualmente o canil depende de ajuda voluntária. Alguns vizinhos, entretanto, reclamam do barulho e do cheiro que fica no terreno. “O barulho é insuportável. Começa às 4h e não tem hora para acabar”, disse o empresário Mauro Silva.
Segundo a prefeitura, o terreno é público e no local será construído o museu da Baixada Fluminense. A polêmica se arrasta desde maio. “Os animais estão colocados de uma maneira horrível”, alegou o assessor da prefeitura de Nilópolis, Álvaro Perez.
Caso está na Justiça
A demolição do local já começou. Os voluntários entraram com uma ação no Ministério Público, solicitando a legalização do novo terreno.
A professora Renata Brito é quem financia o canil. Ela diz que o novo canil, oferecido pela prefeitura, não está de acordo com as necessidades dos animais.
“O terreno é de propriedade particular. Os animais precisam ser colocados em um lugar que seja da prefeitura, onda exista condição adequada e não existem condições adequadas, por isso eu entrei com a promotoria pública”, explicou.
“Só faremos qualquer coisa com os animais, daqui para outro lugar, com a autorização da Justiça”, afirmou o assessor da prefeitura.
A prefeitura de Nilópolis informou ainda que vai dar o suporte veterinário e de alimentação para que os animais tenham as acomodações adequadas, no futuro abrigo.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

AGU processa Projeto Tamar por improbidade administrativa



A União propôs ação civil pública contra a fundação e outros acusados em razão de irregularidades na concessão de Certificados de Entidades Beneficentes de Assistência Social (CEBAS), condição que permite isenção de vários impostos e da contribuição previdenciária.
A Pro-Tamar obteve o certificado por meio de intermediários que foram presos sob suspeita de irregularidades e acabou também esbarrando na fiscalização da Super Receita Federal.
De acordo com a AGU, o processo corre em segredo de Justiça e nenhuma informação pode ser confirmada sobre as acusações feitas à ong.
O envolvimento do Projeto Tamar em esquema de filantropia fraudulenta é a ponta de um iceberg que envolve milhares de organizações e causa bilhões de reais de prejuízo aos cofres públicos. A reportagem tenta ouvir
a versão do Tamar desde o final de 2011. Leia abaixo a segunda parte da reportagem. 

Por Lúcio Lambranho*, para a Papel Social.

* Lúcio Lambranho é jornalista. Foi repórter no Correio Braziliense e no Jornal do Brasil. Recebeu menção honrosa no Prêmio Vladimir Herzog por reportagens sobre trabalho escravo publicadas no site Congresso em Foco. No mesmo portal, foi um dos responsáveis pelas reportagens sobre a farra das passagens aéreas, série jornalística vencedora do Prêmio Embratel de Jornalismo Investigativo e do Prêmio Esso de Melhor Contribuição à Imprensa em 2009.

O Projeto Tamar tem dois braços principais. O braço administrativo é controlado pela Fundação Pró-Tamar, organização não governamental que tem como principal função captar recursos e garantir a sustentação econômica do projeto.

O braço científico é controlado pelo Centro Brasileiro de Proteção e Pesquisa das Tartarugas Marinhas, vinculado ao Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), órgão do Ministério do Meio Ambiente.
A parte científica do projeto é reconhecida internacionalmente como uma bem sucedida experiência de conservação marinha. Envolve comunidades costeiras em diversos pontos do país. Nesse aspecto, o Tamar ajudou a formar consciência ambiental e salvar espécies ameaçadas. Esse papel é inquestionável.

Improbidade
A Fundação Pró-Tamar, que cuida da parte administrativa, foi a que cometeu as irregularidades que levaram a Advocacia Geral da União (AGU) a pedir o bloqueio de bens, o cancelamento do certificado de filantropia e a condenação da entidade por improbidade administrativa.
A ação tem como base as conversas telefônicas gravadas e documentos apreendidos na Operação Fariseu, investigação iniciada ainda em 2005 por Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal.
Este jornalista tenta, insistentemente, ouvir a Fundação Pró-Tamar desde o final de 2011. Até o momento, ela não quis se manifestar sobre as irregularidades detectadas pelos órgãos governamentais de fiscalização.
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Os dados do processo estão abaixo:
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Processo: 0048738-87.2010.4.01.3400
Classe: 64 – AÇÃO CIVIL DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
Vara: 5ª VARA FEDERAL
Juíza: DANIELE MARANHÃO COSTA
Data de Autuação: 15/10/2010
Distribuição: 2 – DISTRIBUICAO AUTOMATICA (15/10/2010)
Nº de volumes:
Assunto da Petição: 1030800 – IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA – ATOS ADMINISTRATIVOS – ADMINISTRATIVO
Observação: SUSPENSAO DAS DECISOES DO CONSELHO NACIONAL DE ASSISTENCIA SOCIAL – CNAS NO PROCESSO 71010.002783/2006-99
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Partes
Tipo Nome
AUTOR UNIAO FEDERAL
REU xxx
REU xxx
REU FUNDACAO CENTRO BRASILEIRO DE PROTECAO E PESQUISAS DAS TARTARUGAS MARINHAS PRO-TAMAR
Procurador CLARICE DA SILVEIRA SERAFIM

Lucro de 31 milhões
Foi justamente sobre o lucro das atividades comerciais da Fundação Pró-Tamar que a Receita Federal encaminhou um recurso administrativo ao Ministério da Previdência Social para pedir o cancelamento do ato que concedeu o certificado de assistência social ao Projeto Tamar. O documento, ao qual a reportagem teve acesso em primeira mão, foi protocolado no dia 14 de dezembro de 2007 e é assinado pela auditora fiscal Eunice Ramos Viçoso Silva.

A série de ilegalidades descritas nas 32 páginas do documento é resumida desta maneira pela fiscal: "Como o objetivo social da instituição não é prestar benemerência na área de assistência social, sendo uma prestadora de serviços com foco principal voltado para a salvação das tartarugas marinhas, não pode gozar da imunidade, eis que não é, por natureza, entidade beneficente de assistência social, mesmo que alguma coisa de útil faça – e certamente o fez".

"Consultores"
Dois consultores contratados pelo Tamar, que agiram nos bastidores para que a entidade obtivesse o registro de organização filantrópica, foram presos em 2008, no âmbito da Operação Fariseu, da Polícia Federal.

Um deles, Euclides da Silva Machado, era conselheiro suplente do próprio Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), que define que entidades são, de fato, filantrópicas.
O outro consultor do Tamar, que também acabou preso, era o advogado Luiz Vicente Dutra, que nas escutas da PF revelou ter conselheiros do CNAS "na mão".

Depois que o Tamar conseguiu o certificado de filantropia, o conselheiro Euclides Machado passou a dar consultoria contábil para a fundação ambiental. A Polícia Federal captou uma escuta em que ele diz a Miguel Pelegrini, da Fundação Pró-Tamar, que as mudanças na contabilidade eram "um dos grandes segredos" e "uma das jogadas" no CNAS.

Em outro diálogo, o advogado Euclides Machado revela a outro conselheiro como ia ser fácil aprovar um certificado de filantropia para uma outra entidade, cliente do mesmo esquema: "vai ser uma barbada".

José Adelar Cuty, relator do processo do Tamar, é hoje o corregedor substituto do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e deixou suas funções no CNAS logo após a Operação Fariseu.

Ele disse o seguinte: "Eu não me recordo desse processo. O que posso dizer é que era comum os advogados procurarem os conselheiros, mas eu sempre pedi que tudo você protocolado e mandado por escrito. Esse Dutra sempre tentava puxar conversar sobre futebol e se aproximar por ser gaúcho como eu".
Ele não recorda do processo, mas lembra do Dutra, o advogado do Tamar.

Petrobras
Além da venda de souvenires nas dez lojas localizadas em seis estados (Bahia, Sergipe, Pernambuco, São Paulo, Espírito Santo e Santa Catarina), o Tamar tem diversas empresas privadas como patrocinadoras. A principal delas é a Petrobras.

Em nota enviada ao repórter, a Petrobras afirma que patrocina, há 29 anos, o projeto de proteção de tartarugas marinhas. A empresa ressalta que o patrocínio não faz uso de renúncia fiscal e não tem relação com a certificação de assistência social, documento agora contestado pela Advocacia Geral da União (AGU) como mostramos, com exclusividade, na primeira parte dessa reportagem.

"O projeto tem diversos outros patrocinadores, inclusive da iniciativa privada. A Petrobras não tem conhecimento da ação e não é parte nesta relação processual", afirma a nota da empresa.

Bradesco
Em junho de 2011, o Tamar e Bradesco lançaram o título de capitalização Pé Quente Bradesco Projeto Tamar, que diz reverter parte dos recursos arrecadados para a conservação das tartarugas marinhas. A reportagem também enviou pedido de entrevista ao Bradesco Capitalização, mas não obteve resposta.
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Iceberg
O caso envolvendo o Projeto Tamar é a ponta visível de um problema gigantesco.

Com o certificado de filantropia, organizações como hospitais, igrejas e escolas obtêm vantagens fiscais que as livram de pagar milhões em impostos. De acordo com as investigações do governo e do Ministério Público, sete mil entidades podem estar usufruindo o benefício de forma irregular. O prejuízo anual, aos cofres públicos, seria de R$ 2,1 bilhões.

O caso está sendo analisado pela 5a Vara da Justiça Federal em Brasília desde outubro de 2010. O juiz do caso, Paulo Ricardo de Souza Cruz, entendeu em decisão de março do ano passado que não era necessário conceder em liminar o cancelamento o certificado de filantropia da Fundação Pró-Tamar. O processo segue até o julgamento do mérito e na decisão, o magistrado afirma que o governo já poderia cancelar seu ato sem precisar da ação juducial. "A União não tem interesse em requerer a medida, uma vez que ela própria é que concedeu o CEBAS à ré e se agora o entende indevido, deve exercer o poder de autotutela, anulando o certificado, exercendo o poder que lhe é reconhecido", destaca a decisão.

Projeto Tamar envia carta de esclarecimento 13-04-2012

.A Fundação Pró-Tamar enviou uma nota de esclarecimento sobre os fatos veiculados nas reportagens que citaram fraudes e irregularidades no processo de concessão do título de entidade de assistência social. Leia aqui o posicionamento do Tamar e os comentários do jornalista Lúcio Lambranho, autor da reportagem.
Segundo o site Papel Social, a Pro-Tamar faturou R$ 31 milhões nos três anos que pede para ser considerada organização de assistência social.
Procurada por Poder Econômico, a fundação afirma que apenas se manifesta sobre o caso por meio de nota oficial, na qual nega irregularidades na obtenção de seu registro.



Matéria publicada em 16/04


BEBES ELEFANTES SÃO TORTURADOS COMO 

PARTE DO TREINAMENTO.

Esta matéria reveladora tem quase um ano, mas, acaba sendo atemporal porque a desgraça continua a mesma.
Bem coisa de "Ser Humano".... tem até tráfico para a Tailândia.... nojo!!!!!

 


Legenda da foto de Brent Lewin: Uma fêmea de bebê elefante se prepara para uma surra durante uma sessão de treinamento em uma vila de Karen, na Birmânia. A sessão de treinamento é coroado com o "esmagamento", cujo objetivo é conter o espírito do elefante. Os elefantes selvagens geralmente são amarrados e espancados por 3 dias seguidos e deixados para morrer de fome. Karen, na Birmânia, perto da fronteira tailandesa, "mahouts" (cuidadores ou pilotos de elefantes) operam um comércio clandestino e ilegal em uma rede de contrabando de elefantes para a Tailândia para serem vendidos a mahouts para a indústria do turismo tailandês. Funcionários estimam que um elefante birmanê é contrabandeado para a Tailândia a cada semana.

Bebê elefante torturado até sua submissão antes de seu contrabando ilegal de Mianmar para a Tailândia 
John Brecher escreve: Eu vejo quase 10.000 fotos por dia, e muitos documentam, de alguma forma, o sofrimento. Muito desse sofrimento é incidental da forma como as pessoas tentam sobreviver, alguns acontecem em situações caóticas, e alguns são intencionais. Mas em tudo isso, eu nunca vi uma imagem de tal imposição deliberada de sofrimento. 
O que é particularmente efetivo sobre esta foto é o movimento da fêmea de bebê elefante. Ela sabe que vai doer - você pode vê-la se afastando do golpe, que é o objetivo: para causar dor o suficiente a fim de conter a vontade dela.
Para aprender como você pode afetar a situação, leia a entrevista com o foto-jornalista Brent Lewin , que ganhou o prêmio Science/Natural History Award of Excellence por esta imagem na competição Pictures of the Year .

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Matéria da ONG PAI publicada em 14/04


SECRETÁRIO DA SEPDA CONFIRMA PRESENÇA, 


AÉCIO NEVES tb !


     Tucanões no Rio (coluna Ancelmo Gois)
Aécio Neves, Sérgio Guerra e "Luiz Gonzaga SEPDA", confirmam presença para o lançamento da candidatura de Otávio Leite a Prefeitura do Rio, dia 20 na Praça Tiradentes.

O prefeito Eduardo Paes, tem o seu primeiro secretário "Inimigo politico", que irá fazer campanha para Otávio Leite, Prefeito 2012.

E agora Prefeito Eduardo Paes, os bichos não podem pagar por esta ...Prefeito foi enganado os bichos também...




Famintos, animais definham em zoológico do interior de SC

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JEAN-PHILIP STRUCK
ENVIADO ESPECIAL A SALETE (SC)
O rugido insistente de um leão se tornou comum em meio à paisagem de araucárias do interior de Santa Catarina nas últimas semanas.

"É por causa da fome", diz a voluntária Sílvia Pompeu, enquanto joga um pedaço de carne para o animal de aparência esquelética, que devora o alimento em segundos. Macacos apáticos em jaulas imundas observam a cena.
Eles e outras dezenas de bichos são os sobreviventes do zoológico do Cattoni-Tur Hotel, no centro de Salete (a 260 km de Florianópolis).
Segundo o Ibama, o local foi praticamente abandonado pelo dono, Azodir Cattoni, após o órgão interditá-lo, em dezembro. Desde então, os bichos passaram a comer cada vez menos. Tigres que recebiam 14 kg de carne a cada dois dias passaram a ter dois frangos.
A eletricidade foi cortada. E sem as cercas elétricas, uma onça já pulou na jaula dos leões e foi morta. "Todo mundo corre risco de morte", disse a analista ambiental do Ibama Gabriela Breda, que circula armada pelo zoo.
Adriano Vizoni - 3.abr.12/Folhapress
Leão permanece no zoológico do Cattoni-Tur Hotel, no centro de Salete (SC), após interdição do Ibama
Leão permanece no zoológico do Cattoni-Tur Hotel, no centro de Salete (SC), após interdição do Ibama

Instalado num antigo seminário, o hotel-zoo foi aberto em 2007 e passou a acumular legalmente enorme quantidade de bichos. Havia mais exemplares de certas espécies do que no zoo paulistano.
"Vinham de apreensões ou foram abandonados por circos", disse Elenice Franco, do Ibama. Segundo o órgão, os recintos são inadequados, e o acúmulo se refletiu no índice de mortalidade, que alcançou 80%. O aceitável seria até 20%.
Dos 1.100 animais que entraram lá, só 214 estavam vivos na interdição, decidida após a fuga da elefante Carla, que saiu em disparada pelas ruas e só foi capturada horas depois --hoje ela vive no Rio.
Multas aplicadas pelo Ibama somam R$ 50 mil. Agora, até o hotel está fechado.
O órgão e voluntários intervieram na semana passada. Dezenas de bichos já foram levados a outros zoos, mas cerca de 40, entre macacos e avestruzes, não têm para onde ir.
Voluntários do santuário Rancho dos Gnomos, de SP, foram até os felinos --alguns até rezam para tranquilizá-los. "Esse vai precisar de muitas preces", disse Sandra Calado na terça passada, ao observar um tigre de bengala esquelético, que não resistiu.
Azodir Cattoni não foi localizado. O Ibama diz ter sido informado de que ele está fora do país. Advogados que já o representaram não se manifestaram.